PUBLICIDADE

INSPIRADOR..

No Mar Arábico em 1942, um navio vagava sem destino com 740 crianças polonesas — órfãs, sobreviventes de campos de trabalho soviéticos. Porto após porto, o mundo dizia não. A comida acabava. O medo crescia.
A história chegou a Jam Sahib Digvijay Singhji, marajá de Navanagar, na Índia. Avisaram que acolhê-las seria desafiar o Império Britânico.
Ele respondeu:
— Eles controlam os portos. Não a minha consciência.
O navio atracou. O marajá recebeu as crianças de joelhos e disse:
— Vocês não são mais órfãos. Agora são meus filhos.
Em Balachadi, ele não criou um campo de refugiados, mas um lar. Durante quatro anos, aquelas crianças viveram com dignidade, cultura e amor.
Hoje, o nome dele está em praças e escolas na Polônia.
Seu maior monumento não é de pedra.
São 740 vidas salvas.